Sites da B2ML com cara renovada

Por Barbara em Atualidades, Internet e negócios 2 Comentários »

Para quem não viu ainda, os sites dos produtos e serviços da B2ML Sistemas tiveram seus sites renovados. Todos os sites ganharam novo visual e alguns ganharam também novas funcionalidades que facilitam a vida para quem deseja se tornar um cliente da B2ML Sistemas.

Os sites renovados foram:

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- www.b2mlportal.com.br - Sistema de Gerenciamento de Conteúdos
- www.web-de-resultado.com.br - Terceirização de Comércio Eletrônico
- www.empreendacomsucesso.com.br - Software de Plano de Negócios
- www.b2mlvarejo.com.br - Sistema de Gestão Empresarial

Se você já conhece os nossos sites, visite-os e veja o que melhorou. Você não conhece ainda?? Visite então nossos sites e conheça nossos produtos e serviços.

E as novidades não param por aí! Aguardem em breve o site da empresa também com novo visual.

Será que P=NP ?

Por Bernardo em Atualidades 1 Comentário »

A mídia brasileira não ta nem aí. Mas a mídia científica internacional está com a respiração presa, esperando uma nova aparição do cientista Sóstenes Lins.

Pra se ter uma idéia do tamanho do evento que pode estar por vir, talvez o mundo esteja neste exato momento vivendo o começo de uma revolução tão grande quanto aquela provocada por Einstein (com a teoria da relatividade geral) e Descartes (com seu discurso do método).

Um brasileiro (nordestino pra ser exato) pesquisador lá de Recife (UFPE) afirma ter descoberto (e provado matematicamente) que há uma solução polinomial para todos os problemas computacionalmente razoáveis (o que é considerado hoje o maior problema não-resolvido da matemática).

Mas que diabos é isso? De forma bem resumida: Existem dois tipos de problemas: os triviais e os não triviais. Os problemas triviais são facilmente resolvidos, com operações matemáticas simples. Já os problemas não triviais só podem ser resolvidos com algoritmos. E é aí que mora o perigo.

Existem os problemas não-triviais tratáveis. Esses problemas tem algoritmos do tipo polinomial (lembra da quinta série?). Aí é “tranquilo”. Qualquer Pentium 100 consegue liquidar em segundos. Esses algoritmos são tidos como de “classe P”.

Alguns problemas não triviais não tem algoritmos de resolução conhecidos pelo homem. São chamados indecidíveis. Esses aí, a humanidade ainda vai levar alguns séculos pra resolver.

algoritmos

Mas existem problemas intratáveis. São esses o xis da questão. Eles tem algoritmos conhecidos, mas os algoritmos não são polinomiais. Por isto, alguns deles são tão complexos que nosso poder computacional atual não consegue resolvê-los. Esses algoritmos são tidos como de “classe NP”. São esses problemas que demandam super-computadores e que levam horas, dias, anos, séculos para serem resolvidos por uma máquina.

Por isso, os matemáticos estão sempre quebrando a cabeça pra transformar os algoritmos não-polinomiais em polinomiais. E eles tem tido sucesso em vários deles.

Até que um dia alguém perguntou: “peraí! Será que eu consigo transformar QUALQUER algoritmo não-polinomial e um algoritmo polinomial”? Em boa matemática: será que P=NP?

Se for, qualquer problema intratável passa a ser tratável.

E foi exatamente isso que o Sóstenes (disse que) fez.

E o que essa porcaria tem a ver com a sua vida? Tudo!

Você pode até não acreditar em mim. Mas as conseqüências deste teorema podem causar um terremoto e mudar (e muito) nossa vida. Para o bem e para o mal. Nada será como antes: matemática, criptografia, economia, logística, finanças, biologia, astronomia, previsões do tempo… (Veja algumas conseqüências aqui).

Só o Instituto Clay paga 1 milhão de dólares para o primeiro “Zé Mané” que provar que P=NP. Além disso, uma descoberta dessas, fatalmente resultará em um prêmio Nobel, que está na casa dos 2 milhões de dólares. Tudo isso é “trocado” (ou em bom “mineirês”: dinheiro de pinga) perto das implicações econômicas mundiais de tal descoberta.

Assim, esse tal Sóstenes Lins está há poucos meses de se tornar um milionário e o maior cientista brasileiro de todos os tempos (e um dos maiores do mundo). Ou (na hipótese dele ter errado nos cálculos) pagar o maior mico da história da ciência brasileira. Qual é a sua aposta?

O cubo de Rubik e o compartilhamento de informações

Por Leandro em Desenvolvimento, Atualidades Sem Comentários »

Quando o húngaro Ernõ Rubik inventou o cubo de Rubik ou o popularmente conhecido cubo mágico em 1974, a ARPANET, antecessora da internet, ainda era um projeto em fase inicial no Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Imagino como era difícil para uma pessoa naquela época aprender algo novo sem muita informação disponível. Pois bem, estamos em 2008 e hoje já é possível encontrar tudo (ou quase) tudo na grande teia.

Nesse final de semana pude resolver pela primeira vez o cubo de Rubik. Não que eu seja um gênio da matemática e tenha desenvolvido o “algorítmo de Deus“. O fato é que eu peguei um algorítmo na internet e segui todos os passos (que não são simples) para a resolução do problema.

Cubo de Rubik

O compartilhamento de conhecimento, proporcionado pelos avanços da tecnologia, aumenta significativamente nossa capacidade de resolver problemas. No mundo virtual onde existe informações sobre quase tudo, saber encontrar se torna tão importante quanto saber aprender. E é isso que transforma um turbilhão de informações em um turbilhão de conhecimento disponível e compartilhado.

Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!

Por Leandro em Atualidades Sem Comentários »

Boas Festas!

B2ML pelo segundo ano consecutivo a Empresa do Ano

Por Leandro em Atualidades Sem Comentários »

Empresa do ano 2007

Pelo segundo ano consecutivo a B2ML foi eleita a Empresa do Ano das incubadoras itajubenses: INCIT e CEGEIT.

Parabéns ao nosso time!

Julgamentos

Por Bernardo em Desenvolvimento, Atualidades, Carreira Sem Comentários »

Estou lendo um belo livro do filósofo alemão Hermann Hesse. Hesse se tornou muito popular na Alemanha pós-guerra, pois sua filosofia era baseada na tolerância e na pesada crítica a todas as formas de preconceito, por mais sutis que possam parecer.

Veja que belo trecho:

Quaisquer julgamentos só são dignos de nosso apreço quando afirmativos. Toda critica negativa ou de censura, por mais justa, torna-se falsa, tão logo a externamos. São julgamentos desse tipo dois terços de tudo quanto os homens dizem uns dos outros. Se digo que alguém é vaidoso, avarento ou alcoólatra, cometo uma injustiça. Julgado dessa maneira, qualquer de nós estaria logo liquidado. Segundo esse critério, Jean Paul não passaria de um beberrão; Feuerbach seria um vaidoso; Holderlin, um louco. Ora, quem assim fala terá realmente dito algo válido sobre eles? Terá pronunciado um verdadeiro julgamento a respeito deles? É o mesmo que se alguém dissesse: ” a Terra é um planeta onde existem pulgas”. Tais tipos de verdades constituem a essência mesma de todas as falsidades e mentiras. Só somos de fato verdadeiros, quando afirmamos e aceitamos. Apontar defeitos - por mais que, ao fazê-los, pareçamos sutis e espirituosos - não é julgar: é bisbilhotar.

Um poema para aqueles que transformam sonhos em realidade

Por Leandro em Desenvolvimento, Atualidades, Carreira Sem Comentários »

Gosto de pessoas vibrantes.
Que não precisam ser empurradas.
Que não precisam que ninguém lhes diga o que fazer,
mas que sabem o que devem fazer
e o fazem em tempo muito menor do que se espera.

Gosto de pessoas capazes
de medir as conseqüências de seus atos.
Pessoas que não esperam que as soluções apareçam do nada.

Gosto de pessoas que são rígidas com
os outros e consigo próprias
mas que jamais perdem de vista o fato de
que somos todos humanos e que às vezes cometemos erros.

Gosto de pessoas que acreditam
que trabalhar em equipe, entre amigos
produz mais resultados do que caóticos esforços individuais.

Gosto de pessoas que conhecem a importância da felicidade.

Poema de Lucila Murcia - Colômbia / Bogotá

Empretec, Santa Rita do Sapucaí, Novembro de 2007. Começou!

“Não tenha medo de dar grandes passos. Não se pode atravessar o abismo com dois pulinhos.”

Por Gustavo em Desenvolvimento, Atualidades, Carreira 3 Comentários »

Vi esta frase de David Lloyd George outro dia, em algum lugar. O ‘onde‘ não importa muito, o que importa é o significado que ela traz.

Quem quer crescer precisa se arriscar.

A segurança é como terra firme. Você pode até sobreviver ali, mas não conhecerá a imensidão do oceano, tampouco os continentes de oportunidades que surgirão no horizonte.

Mas há quem se arrisque ao mar. É claro que existe o perigo de um naufrágio vir a ocorrer, mas com uma embarcação bem construída, a navegação torna-se muito prazerosa.

Está muito abstrato? Lembra daquele provérbio “Quem não arrisca nao petisca.“? É mais ou menos isso.

Muitos adoram encher o peito e falar: “Sou empreendedor!“, mas só trabalham em terrenos bem conhecidos.

O verdadeiro empreendedor não teme novidades, lança-se sobre riscos calculados. Isso mesmo, o empreendedor se lança, não vai de pouquinho em pouquinho; E sobre riscos calculados, também não é para sair por aí jogando tudo para o alto sem qualquer medida…

Para finalizar, pense um pouco sobre o que disse Roberto Shinyashik:

É enfrentando as dificuldades que você fica forte.

É superando seus limites que você cresce.

É resolvendo problemas que você desenvolve a maturidade.

É desafiando o perigo que você descobre a coragem.

Arrisque e descobrirá como as pessoas crescem quando exigem mais de si próprias.

Entrevista no programa Conexão Itajubá da Rádio Universitária

Por Leandro em Atualidades Sem Comentários »

A B2ML foi convidada para o programa Conexão Itajubá da Rádio Universitária desta semana de 08/10/2007. Foi uma experiência legal dar uma entrevista na rádio. O interessante é que a programação musical do programa é definida pelos convidados, na ocasião eu e o Allan.

Você que perdeu a entrevista pode ouvi-la agora clicando aqui.

Final do Empreender é show

Por Bernardo em Atualidades, Humor Sem Comentários »

Estamos na final do Empreender é Show. Esta competição nos trouxe muitas lições, muitos ganhos - e muito custo. Mas não vou falar disto agora. Prefiro esperar o resultado final para avaliar com mais calma.

Agora eu quero só desabafar.

A expectativa é muito grande. Ainda bem que a carga excessiva de trabalho que está nas nossas costas ajuda - e muito - a esquecer que dentro de poucos dias saberemos qual empresa será a grande campeã.

Entramos na competição com o intuito de nos projetarmos na mí­dia. De aparecer pro mundo. Mas a verdade é que logo no começo do jogo veio aquela vontade louca de ganhar.

Sabe aquela ânsia, aquela gana quase irracional que nos leva a competir seja qual for a competição? Pois é. É assim que nós ficamos.

Hoje, depois de liderar a competição o tempo todo até agora, sinceramente eu digo que espero vencer a competição. Pronto. Falei. Não deveria ter dito. Mas disse.

Se nós não ganharmos vou ficar bastante decepcionado. Eu criei um monstro. O monstro sou eu.

Tema por: N.Design Studio. Editado e traduzido por Katiero.
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