O cubo de Rubik e o compartilhamento de informações

Por Leandro em Desenvolvimento, Atualidades Sem Comentários »

Quando o húngaro Ernõ Rubik inventou o cubo de Rubik ou o popularmente conhecido cubo mágico em 1974, a ARPANET, antecessora da internet, ainda era um projeto em fase inicial no Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Imagino como era difícil para uma pessoa naquela época aprender algo novo sem muita informação disponível. Pois bem, estamos em 2008 e hoje já é possível encontrar tudo (ou quase) tudo na grande teia.

Nesse final de semana pude resolver pela primeira vez o cubo de Rubik. Não que eu seja um gênio da matemática e tenha desenvolvido o “algorítmo de Deus“. O fato é que eu peguei um algorítmo na internet e segui todos os passos (que não são simples) para a resolução do problema.

Cubo de Rubik

O compartilhamento de conhecimento, proporcionado pelos avanços da tecnologia, aumenta significativamente nossa capacidade de resolver problemas. No mundo virtual onde existe informações sobre quase tudo, saber encontrar se torna tão importante quanto saber aprender. E é isso que transforma um turbilhão de informações em um turbilhão de conhecimento disponível e compartilhado.

Julgamentos

Por Bernardo em Desenvolvimento, Atualidades, Carreira Sem Comentários »

Estou lendo um belo livro do filósofo alemão Hermann Hesse. Hesse se tornou muito popular na Alemanha pós-guerra, pois sua filosofia era baseada na tolerância e na pesada crítica a todas as formas de preconceito, por mais sutis que possam parecer.

Veja que belo trecho:

Quaisquer julgamentos só são dignos de nosso apreço quando afirmativos. Toda critica negativa ou de censura, por mais justa, torna-se falsa, tão logo a externamos. São julgamentos desse tipo dois terços de tudo quanto os homens dizem uns dos outros. Se digo que alguém é vaidoso, avarento ou alcoólatra, cometo uma injustiça. Julgado dessa maneira, qualquer de nós estaria logo liquidado. Segundo esse critério, Jean Paul não passaria de um beberrão; Feuerbach seria um vaidoso; Holderlin, um louco. Ora, quem assim fala terá realmente dito algo válido sobre eles? Terá pronunciado um verdadeiro julgamento a respeito deles? É o mesmo que se alguém dissesse: ” a Terra é um planeta onde existem pulgas”. Tais tipos de verdades constituem a essência mesma de todas as falsidades e mentiras. Só somos de fato verdadeiros, quando afirmamos e aceitamos. Apontar defeitos - por mais que, ao fazê-los, pareçamos sutis e espirituosos - não é julgar: é bisbilhotar.

27 Dicas Para Escrever Bem (3/3)

Por Gustavo em Desenvolvimento, Acadêmico, Humor Sem Comentários »

Agora chegou a última (mas não menos importante… hehehe) parte desta série. Espero que tenha sido instrutiva e tenha atingido seu objetivo. Bem, vamos parar de enrolação e vamos às dicas:

19. Quem precisa de perguntas retóricas?

20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.

21. Exagerar é cem bilhões de vezes pior do que a moderação.

22. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”

23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.

24. Não abuse das exclamações! Nunca! Seu texto fica horrível!

25. Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem mais de uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-la em seus componentes diversos, de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.

26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língüa portuguêza.

27. Seja incisivo e coerente, ou não.

E chegamos ao fim de nossa 27 dicas. Espero que aproveitem e pratiquem estes bons modos de escrever e comunicar.

P.S. 1: Este foi meu último post, no meu último dia com vocês, em minha última atividade do dia. Agradeço a amizade e companheirismo que encontrei neste lugar. Um forte abraço a todos!

P.S. 2: Por que 27? Porque eu quis…

27 Dicas Para Escrever Bem (2/3)

Por Gustavo em Desenvolvimento, Acadêmico, Humor Sem Comentários »

Continuando nossas dicas demontradas pelo absurdo, seguem as enumeradas de 10 a 18…

10. Nunca generalize: generalizar, em todas as situações, sempre é um erro.

11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.

12. Não abuse das citações. Como costuma dizer meu amigo: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.

13. Frases incompletas podem causar

14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique repetindo a mesma idéia.

15. Seja mais ou menos específico.

16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!

17. A voz passiva deve ser evitada.

18. Use a pontuação corretamente o ponto e a virgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação

Em breve a última, mas não menos importante, parte desta séria série… hehehe

27 Dicas Para Escrever Bem (1/3)

Por Gustavo em Desenvolvimento, Acadêmico, Humor Sem Comentários »

Quem teve aula com o Professor Edson Moreira, sabe que às vezes é mais fácil demontrar as coisas pelo absurdo. Usando este pensamento, demonstrarei aqui algumas dicas úteis para a escrita e redação. Vamos a elas:

1. Vc. deve evitar abrev., etc.

2. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, segundo deve ser do conhecimento inexorável dos copidesques. Tal prática advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.

3. Anule aliterações altamente abusivas.

4. “não esqueça das maiúsculas”, como já dizia dona rita, minha professora lá no colégio estadual doutor delfim moreira, em santa rita do sapucaí.

5. Evite lugares-comuns assim como o diabo foge da cruz.

6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.

7. Estrangeirismos estão out; palavras da língua portuguesa estão in.

8. Chute o balde no emprego de gíria, mesmo que sejam maneiras, tá ligado?

9. Palavras de baixo calão podem transformar seu texto numa merda.

Aguardem a próxima edição!

Um poema para aqueles que transformam sonhos em realidade

Por Leandro em Desenvolvimento, Atualidades, Carreira Sem Comentários »

Gosto de pessoas vibrantes.
Que não precisam ser empurradas.
Que não precisam que ninguém lhes diga o que fazer,
mas que sabem o que devem fazer
e o fazem em tempo muito menor do que se espera.

Gosto de pessoas capazes
de medir as conseqüências de seus atos.
Pessoas que não esperam que as soluções apareçam do nada.

Gosto de pessoas que são rígidas com
os outros e consigo próprias
mas que jamais perdem de vista o fato de
que somos todos humanos e que às vezes cometemos erros.

Gosto de pessoas que acreditam
que trabalhar em equipe, entre amigos
produz mais resultados do que caóticos esforços individuais.

Gosto de pessoas que conhecem a importância da felicidade.

Poema de Lucila Murcia - Colômbia / Bogotá

Empretec, Santa Rita do Sapucaí, Novembro de 2007. Começou!

“Não tenha medo de dar grandes passos. Não se pode atravessar o abismo com dois pulinhos.”

Por Gustavo em Desenvolvimento, Atualidades, Carreira 3 Comentários »

Vi esta frase de David Lloyd George outro dia, em algum lugar. O ‘onde‘ não importa muito, o que importa é o significado que ela traz.

Quem quer crescer precisa se arriscar.

A segurança é como terra firme. Você pode até sobreviver ali, mas não conhecerá a imensidão do oceano, tampouco os continentes de oportunidades que surgirão no horizonte.

Mas há quem se arrisque ao mar. É claro que existe o perigo de um naufrágio vir a ocorrer, mas com uma embarcação bem construída, a navegação torna-se muito prazerosa.

Está muito abstrato? Lembra daquele provérbio “Quem não arrisca nao petisca.“? É mais ou menos isso.

Muitos adoram encher o peito e falar: “Sou empreendedor!“, mas só trabalham em terrenos bem conhecidos.

O verdadeiro empreendedor não teme novidades, lança-se sobre riscos calculados. Isso mesmo, o empreendedor se lança, não vai de pouquinho em pouquinho; E sobre riscos calculados, também não é para sair por aí jogando tudo para o alto sem qualquer medida…

Para finalizar, pense um pouco sobre o que disse Roberto Shinyashik:

É enfrentando as dificuldades que você fica forte.

É superando seus limites que você cresce.

É resolvendo problemas que você desenvolve a maturidade.

É desafiando o perigo que você descobre a coragem.

Arrisque e descobrirá como as pessoas crescem quando exigem mais de si próprias.

Manifesto Antigerundista

Por Gustavo em Desenvolvimento, Acadêmico, Humor Sem Comentários »

Este artigo foi feito especialmente para que você possa estar recortando, estar imprimindo e estar fazendo diversas cópias, para estar deixando discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga estar falando sem estar espalhando essa praga terrí­vel que parece estar se disseminando na comunicação, o gerundismo.

Você pode também estar transmitindo por fax, estar remetendo pelo correio ou estar enviando pela internet.

O importante é estar garantindo que os gerundistas vão estar recebendo esta mensagem, de modo que possam estar lendo e, quem sabe, consigam até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que costumam estar falando deve estar soando um verdadeiro pavor para quem precisa estar ouvindo o que for dito.

Mais do que estar repreendendo ou estar caçoando , o objetivo deste movimento é estar fazendo com que esteja caindo a ficha das pessoas que costumam estar falando desse jeito sem estar percebendo.

Temos que estar nos unindo para estar mostrando aos nossos interlocutores que, sim!, pode estar existindo uma maneira de estar aprendendo a estar parando de estar falando desse jeito.

Sinceramente: nossa paciência esté  a ponto de estar estourando.

Um “Eu vou estar transferindo a sua ligação” que eu vá estar ouvindo pode chegar a estar provocando alguma reação inesperada. Eu não vou estar me responsabilizando pelos meus atos. ” As pessoas precisam estar entendendo a maneira como esse ví­cio maldito conseguiu estar entrando na linguagem do dia-a-dia.”

Vamos despachar para bem longe do nosso belo idioma essas construções aberrantes!

A norma gramatical é clara: Depois de verbo auxiliar no infinitivo NUNCA se aplica verbo de ação do gerúndio!

Vamos erradicar essa praga?

Java Man

Por Bernardo em Desenvolvimento, Mercado, P&D, Carreira Sem Comentários »

Acabo de escutar um podcast interessante do Bruno Souza, o Java Man.

Ele fala sobre as tendências do mundo Java e o que devemos esperar de novo por aí­.

O cara realmente tem conhecimento pra falar sobre Java. Ele é nada menos que o Gerente Geral de desenvolvimento do Netbeans. Ele foi também um dos poineiros do Java no Brasi. Vale a pena.

Pergunta: perguntar ou não perguntar?

Por Wesley em Desenvolvimento, Acadêmico, Carreira, Humor Sem Comentários »

Só no tí­tulo já utilizei este artifício que é tema deste artigo: Perguntas.

Tentei encontrar um artigo na internet que falasse sobre isso, mas não achei e resolvi escrever meu próprio.

Em muitos momentos da vida nos deparamos com situações que nos remetem à uma vontade instintiva e incontrolável de perguntar. Começa imediatamente quando começamos a falar: Que cor é essa? O que é aquilo, mamãe? Qual é seu nome? Quantos anos você tem? Que horas o ônibus passa aqui? E por aí­ vai…

- Quantas coisas eu já poderia saber se tivesse perguntado mais?
- Quantas vezes perguntei demais quando a resposta estava à minha frente, ou facilmente acessí­vel?
- Quando perguntar?

Estas são as perguntas que me vieram à cabeça quando decidi começar a escrever

Às vezes, ou até em muitos momentos, somos viciados em perguntar.

Certa vez, liguei depois de meia noite para um amigo pra saber qual era o endereço hexa-decimal da porta paralela do computador por causa de um projetinho de eletrônica. Engraçado, mas inconveniente não?! Sou zuado até hoje por causa disso sempre que nos encontramos: “O Wesley é doido! Me liga 1h da manhã pra perguntar da porcaria da porta paralela…hahahaha”. Ahhh nem era 1h ainda. Hehehe
Seria mais fácil esperar o dia seguinte, ou então procurar na internet, apesar desse caso ter acontecido quando a internet engatinhava discadamente. Melhor esperar né…

Mas cheguei no ponto que queria chegar: Quando perguntar? Impossí­vel responder rapidamente. Na verdade, acho q nem existe resposta rápida e lógica pra esta pergunta.
Tudo depende do bom senso.

Outra vez, já no papel de interrogado, passei a ser visto como arrogante quando respondi “Google” à mesma que eu fiz lá atrás: “Conhece um site que ensina como faço pra acessar a porta paralela através do VB?”. Poxa, fui arrogante sendo que já fiz igual, mas naquela época não tinha Google. Hoje, é difí­cil não haver uma pergunta que você tenha para fazer já perguntada na internet, e, na maioria das vezes, já respondida.

Então, hoje, eu penso mais ou menos assim como respostas é pergunta “Quando perguntar?”:

- Se há como procurar antes a resposta e você sabe onde, procure.

- Se não sabe onde procurar, pergunte onde procurar. Pode ser que a pessoa que esteja respondendo já te mostre a resposta, pelo menos resumidamente. Depois você lerá mais a respeito, se quiser.

- Se você não tem a resposta mesmo depois de procurar, pergunte. Pergunte, a um especialista de preferência.

- Se souber onde procurar, mas estiver com preguiça de procurar, então tomara que eu não saiba que você sabe onde procurar, porque se eu souber, não me pergunte, senão responderei Google novamente.

Tá gente, nem tão bravo assim…respondo sempre que posso!

Tema por: N.Design Studio. Editado e traduzido por Katiero.
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